© Todos os direitos reservados
     Criado por:

WERKSTATT STUDIODESIGN

EDUCADORPONTOCOM Capacitação e Desenvolvimento é pessoa jurídica, registrada no CNPJ sob o nº 27.900.272/0001-02
Rio Grande do Sul - Brasil

DESENVOLVA-SE

November 1, 2015

Não passa uma semana sem aparecer uma novidade na área tecnológica. É o novo celular que responde e envia email. É o computador com mais memória e rapidez nos cálculos. São os carros com computador de bordo, air bags e outras inovações em modelos de vida cada ve mais breves (lembra quanto tempo o Corcel e o Opala estiveram entre nós sem mudar absolutamente nada? E o Fiat 147?). Em breve, prometem os especialistas, a geladeira irá perceber o que está faltando e enviar para seu supermercado preferido uma lista de compras.
Enfim, vivemos em uma época onde tudo parece já ter sido inventado e o que ainda não foi é apenas uma questão de pouco tempo. As novidades tecnológicas alastram-se e se tornam cada ve mais acessíveis. Ou seja, não são mais materiais que nos causam orgulho. Quem vai contar vantagem a respeito de seu celular, quando na próxima semana o colega ao lado pode aparecer com um mais avançado ainda? Dá para se vangloriar de um computador que, dois anos depois, é visto pelos outros como uma peça de museu?
Já que não podem depender das máquinas, as escolas e empresas em geral começam a procurar outra maneira de mostrar que são melhores do que os concorrentes. Está aberta a temporada de caça aos melhores professores. É uma caçada que não tem hora para acabar. E é altamente seletiva. Só interessam os professores que são apixonados pela arte de ensinar. Que conhecem e jogam o jogo da nova realidade econômica e dos negócios. Que sejam craques no relacionamento pessoal. Que sejam competentes, no mais puro significado da palavra.
A ERA DAS COMPETÊNCIAS: Está ao alcance de todos se tornar esse novo professor. É o que nos mostram os livros Faça Diferença e O Livro das Competências. O primeiro foi escrito por Gustavo Boog, professor de pós-graduação da Faculdade de Administração da Universidade de São Paulo - USP e da Pontifícia Universidade Católica - PUC, do Paraná. O autor do segundo livro, Ênio Resende, é especialista entre matérias, em Gestão por Cpompetências e leciona em cursos de especialização, mestrado e MBA.
Em seus livros, alerta: com a evolção rápida das tecnologias e os novos conceitos e modelos de organização, numerosos cargos e profissões estão desaparecendo e outros, surgindo. Os prifissionais de qualquer área de atividade que pararem de se atualizar, de renovar suas qualificaçãoes serão penalizados com a dificuldade de encontrar novas oportunidades de trabalho.
Para o professor, há ainda uma dificuldade maior: os currículos escolares ainda predominantes nos níveis fundamental e médio mostram pouca utilidade para a vida prática. Não qualificam ninguém para exercer qualquer profissão. Tampouco ajudam as pessoas a terem mehor atuação ou conduta em situações de vida social. O que significa dizer que as escolas não formam pessoas competentes.
O docente, então, se encontra em uma posição única: precisa se tornar mestre nas competências que o mercado exige para poder passá-las aos discentes - antes que eles sofram com a falta dessas qualidades.
FORÇAS CONFLITANTES: Pergunte a qualquer instituição de ensino e você irá conseguir as mesmas respostas: sim, queremos professores que pensem po rsi. Que deem melhores aulas. Que estejam sempre ligados no que está acontecendo. Ótimo, você começa a correr atrás disso tudo. Nessa hora, alguns professores e diretores preferem parar, pensar um pouco, subir no muro e só descer quando é tarde demais. Até se entende essa reação. Afinal, as lições recebidas desde sempre ainda batem forte. Veja:
I - Ter boas instalações e equipamentos é primordial. Afinal, não temos escolas técnicas de ensino médio? Nossas faculdades não formam técnicos em nível superior? Tudo que é técnico, máquina, números, pedra, vidro e aço é bom. Gente, comunicação entre pessoas, bom humor, prazer em ensinar, intuição, palpites, tudo isso é assunto de pouca importância. Ou, de acordo com a expressão mais comum, "frescura". O máximo que se atinge é a troca de textos motivadores entre os professores.
"As pessoas que se sentem bem consigo mesmas produzem trabalhos com qualidade"
John Spencer
II - É para ontem. É urgente. Trabalhamos pensando praticamente no aqui e agora. Poucos faem um curso pensando que ele irá ser útil lá na frente. Até porque uma das frases mais repetidas entre empresários de vários níveis no Brasil é: "No longo prazo, todos estaremos mortos". Enquanto isso, empresários japoneses fazem planos para suas empresas para os próximos 300 anos.
III - O planejamento é mantido no mínimo necessário. A maioria afirma que é perda de tempo, afinal, quantas vezes você já teve de "correr com a matéria", pois o planejamento das aulas não funcionou? A falta de planejamento é como ter um navio indo, indo, sem saber para onde.
Dessa forma, não é de se espantar q