© Todos os direitos reservados
     Criado por:

WERKSTATT STUDIODESIGN

EDUCADORPONTOCOM Capacitação e Desenvolvimento é pessoa jurídica, registrada no CNPJ sob o nº 27.900.272/0001-02
Rio Grande do Sul - Brasil

O QUE PODEMOS ESPERAR DE 2016?

September 14, 2015

Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra,

mas quando o ímpio domina, o povo geme.

Provérbios 29:2

 

 

Estamos sendo bombardeados diariamente com notícias de descaso com o que é público, de má gestão dos recursos públicos e, ainda pior, escândalos sobre supostos desvios de recursos públicos em prol de algumas pessoas beneficiadas, entidades e partidos políticos.
Diante deste cenário, o que esperar para esta reta final do ano de 2015 e para o ano de 2016?
O Brasil passa por uma das crises mais sérias dos últimos tempos. Certamente aqueles que viveram as sucessivas crises nos anos 80 e 90, sem falar na crise de censura iniciada nos anos 60 e 70, passaram por diversas situações.
A crise atual tem um componentes a mais: é uma crise ÉTICA.
Vários são os componentes da crise atual. Há aqueles elementos que são originados da má gestão pública dos últimos anos e que tem solução, se forem tomadas medidas técnicas severas, rigorosas e profundas.
Também há aqueles elementos que dependem da socieadade e dos nossos políticos. Grande parte destes elementos são oriundos dos gastos gerados a partir da Constituição Federal de 1988.
Ao dizer isto, não pretendemos admitir que estes gastos são excessivos e que a Constituição Feeral de 1988 não trouxe avanços para a população.
Porém, são gastos que necessitam de uma gestão eficaz. Para gerir estes gastos, dependemos da normatização de nossos legisladores.
Em um país democrático,nos permitimos eleger livremente pessoas que nem sempre entendem destas coisas e se entendem de algumas, não entendem de outras.
Geralmente pessoas são eleitas, porque são "boas de voto". Mas pessoas "boas de voto" nem sempre são boas gestoras de coisas tão complexas.
Os governantes devem ter como meta principal garantir as condições mínimas à população, especialmente em áreas que são básicas e vitais: saúde, segurança, educação e saneamento.
Para isso, os gestores públicos recolhem impostos e taxas, que proporcioname condições de orçamento para fazer frente às despesas e investimentos do Estado. Entenda-se que, quando falamos em Estado, não estmaos falando na área geográfica, estamos falando em nós. Nós somos Estado.
O que temos hoje?
Em se tratando de SEGURANÇA, temos uma Força Armada com pouco mais de 320.000 ativos (2014), algo em torno de 500.000 policiais civis e militares e mais de 470.000 empregados em empresas de segurança privada.
A estrutura e equipamentos está sucateada.
Em se tratando de SAÚDE, estamos perdendo as esperanças com o SUS - Sistema Único de Saúde que, salvo algumas exceções pontuais, está em estado de falência. Por outro lado, há mais ambulâncias e motoristas do que gente para ratar dos doentes. Acabamos recorrendo a planos privados e, quando necessário e urgente, pagamos uma consulta particular mesmo.
O quadro fica mais grave, quando avaliamos a EDUCAÇÃO. O dinheiro previsto para este setor deveria ser o suficinete para fazê-lo funcionar, mas não funciona.
Como resultado, somos bombardeados com notícias de escolas necessitando reformas, algumas em estado de verdadeiro caos.
Novamente, percebemos que quem gerencia este setor são pessoas "boas de voto", não necessariamente técnicos e especialistas nesta área.
A área de SANEAMENTO talvez seja a que menos problemas tenha. Mas é a que mais utiliza da iniciativa privada, de forma terceirizada.
Aos que já se encontram desconfortáveis ao ler até aqui, entendam que este cenário não é recente. A nossa herança vem desde a "vinda da corte" ao Brasil, com D. João.
Almejamos ser um país de primeir mundo, mas ainda não nos livramos da cultura colonialista e continuamos dependendo do que vem de fora.
Desde 1988, índices estão estabelecidos e não ocorrem revisões, com base no crescimento populacional e na distribuição da população. São as reformas estruturais de que tanto necessitamos.
Há alguns anos já vem se percebendo a descendência da curvatura da população juvenl em idade para frequentar o ensino méido